JOANA GAMA | PIANO
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Biografia curta

Joana Gama (Braga, 1983) é uma pianista portuguesa cujo trabalho tem vindo a ser desenvolvido na relação com diferentes formas de expressão artística. Nos últimos anos fez um concerto-ritual no MAC / CCB com música de Erik Satie, compôs e interpretou a banda sonora do filme KORA, da realizadora Cláudia Varejão, criou uma audiowalk para o Treetop Walk do Parque de Serralves, que foi apresentada no BOIL Festival, e estreou, no Festival de Sintra, “E as flores?”, terceiro capítulo de uma trilogia dedicada à Natureza, para público de todas as idades. Editado e estreado em Janeiro de 2026, no Festival Musical Utopias, em Haia, “a mind in the heart”, ciclo para piano composto por Ivan Vukosavljević, marca o regresso de Joana Gama à edição discográfica a solo.

Maio 2026​

​Biografia média

Joana Gama (Braga, 1983) é uma pianista portuguesa cujo trabalho tem vindo a ser desenvolvido na relação com diferentes formas de expressão artística. Nos últimos anos fez um concerto-ritual no MAC / CCB com a peça "Le fils des étoiles" de Erik Satie, compôs e interpretou a banda sonora do filme KORA, da realizadora Cláudia Varejão e criou "A intimidade de uma folha", uma audiowalk para o Treetop Walk do Parque de Serralves, apresentada no BOIL Festival. É autora e intérprete da Trilogia da Natureza, destinada aos mais novos (e aos adultos que os acompanham), composta por "As árvores não têm pernas para andar" (2020), "Pássaros & Cogumelos" (2022) e "E as flores?" (2025). Com música original para toy piano de João Godinho, os espectáculos e os livros homónimos têm sido apresentados em diferentes contextos e territórios nacionais, da ilha do Corvo ao Festival de Sintra, do Naturcôa ao Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian. Do seu percurso eclético faz ainda parte o doutoramento, que terminou em 2017, a co-curadoria do Festival Hans Otte : Sound of Sounds (2021 - 2022), o duo de piano e electrónica que mantém, desde 2014, com Luís Fernandes, no seio do qual já editaram seis álbuns, ou "A Grande Fantochada", espectáculo da autoria de Hugo van der Ding.
Editado e estreado em Janeiro de 2026, no Festival Musical Utopias, em Haia, “a mind in the heart”, ciclo para piano composto por Ivan Vukosavljević, marca o regresso de Joana Gama à edição discográfica a solo.

Maio 2026
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​Biografia longa
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Joana Gama (Braga, 1983) é uma pianista portuguesa que se desdobra em múltiplos projectos quer a solo quer em colaborações nas áreas do cinema, da dança, do teatro, da fotografia e da música. Movida pela música e pelas histórias que ela transporta, ou pode transportar, Joana Gama procura fazer concertos e espectáculos que exprimem os seus interesses e afinidades. Fascinada pela ideia de música quase silêncio, ou música que convida à contemplação, tem interpretado música de Erik Satie, John Cage, Federico Mompou ou Hans Otte nos últimos anos. É autora e intérprete da Trilogia da Natureza, destinada aos mais novos (e aos adultos que os acompanham), composta por "As árvores não têm pernas para andar" (2020), "Pássaros & Cogumelos" (2022) e "E as flores?" (2025). Com música original para toy piano de João Godinho, os espectáculos e os livros homónimos têm sido apresentados em diferentes contextos e territórios nacionais, da ilha do Corvo ao Festival de Sintra, do Naturcôa ao Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian.
Começou os seus estudos musicais em Braga, no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian com Ema Pais Martins, Ana Rita Lima e João Paulo Teixeira. Estudou na Royal Academy of Music, em Londres, com Vanessa Latarche, e completou a Licenciatura em Piano, na classe de Tania Achot, na Escola Superior de Música de Lisboa, em 2005. Em 2010, na classe de António Rosado, concluiu o Mestrado em Interpretação na Universidade de Évora, com uma tese sobre Alberto Ginastera, onde, em 2017, se doutorou, como bolseira da FCT, com a tese “Estudos Interpretativos sobre música portuguesa contemporânea para piano: o caso particular da música evocativa de elementos culturais portugueses”. Hoje prossegue as suas investigações enquanto membro do CESEM / NOVA FCSH.
Foi galardoada no Prémio Jovens Músicos / RDP em 2008, 1º Prémio na categoria de Piano – Nível Superior; em 2005, 1º Prémio na categoria de Acompanhamento ao Piano (com o violetista Jano Lisboa); e em 2004, 3º Prémio na categoria de Música de Câmara (com o flautista Fernando Marinho).
Entre 2005 e 2009, colaborou regularmente com a Orquestra Metropolitana, onde trabalhou com maestros como Cesário Costa, Michael Zilm, Jean-Sébastien Béreau ou Pablo Heras-Casado. Colaborou também com a Orquestra Sinfónica Juvenil, na estreia de obras de Christopher Bochmann, com o Lisbon Ensemble 20/21, a Orchestrutopica, o Sond'Ar-Te Electric Ensemble, o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa e a Orquestra Gulbenkian. Entre 2004 e 2010 fez parte do corpo docente da Metropolitana, como pianista acompanhadora da ANSO, professora de piano no CMML e acompanhadora d'Os Pequenos Violinos da Metropolitana.
Como pianista, performer e compositora, nos últimos anos, Joana tem estado envolvida em projectos que associam a música às áreas da dança - "Danza Ricercata”, “Danza Variada”, “Idiolecto" e "27 Ossos" de Tânia Carvalho; "Trovoada" de Luís Guerra, "Pele" de Miguel Moreira, “Nocturno” (em co-criação), “Drama”, “Os Três Irmãos” e “Corpo Clandestino” com Victor Hugo Pontes -, do teatro - "Benny Hall" de Esticalimógama -, da fotografia e do vídeo - “Antropia”, “Linha” e “terras interiores” de Eduardo Brito -, e do cinema - “La Valse” de João Botelho, “Incêndio" de  Miguel Seabra Lopes e Karen Akerman, “A Glória de fazer Cinema em Portugal” de Manuel Mozos,“Penúmbria” de Eduardo Brito e “Lobo e Cão” e “Kora” de Cláudia Varejão. Integra o elenco de “A Grande Fantochada”, um espectáculo de, e com, Hugo van der Ding, estreado em Outubro de 2023.
Desde 2010 que se dedica a divulgar a obra do compositor francês Erik Satie: em 2016, com o apoio da Antena 2, assinalou o 150º aniversário do nascimento do compositor com a digressão SATIE.150 - Uma celebração em forma de guarda-chuva que incluiu recitais de piano, palestras em escolas de música, uma sessão na Cinemateca Portuguesa e o lançamento da edição especial da partitura "Embryons desséchés” (Pianola editores). Criou ainda o concerto comentado para os mais novos “Eu gosto muito do Senhor Satie” e  editou os álbuns discográficos SATIE.150, HARMONIES e ARCUEIL. Tocou a peça "Vexations" de Erik Satie em quatro ocasiões: Serralves em Festa (2016),  Festival Jardins Efémeros (2016), Fundação Calouste Gulbenkian (2018); Atelier Re.al com João Fiadeiro, (2019), em performances que duraram quarenta minutos, quinze horas, quatorze horas e sete horas, respectivamente. Em 2018, num concerto que incluiu também música de Erik Satie e Morton Feldman, Joana Gama tocou a peça 4’33’’ de John Cage no Panteão Nacional e, em 2024, fez um concerto-ritual no MAC / CCB com a peça "Le fils des étoiles” de Erik Satie.
Fruto do trabalho realizado no doutoramento, em Maio de 2019, lançou o  disco “Travels in my Homeland” pela Grand Piano Records (grupo Naxos) com música de Amílcar Vasques-Dias e Fernando Lopes-Graça, cujas partituras, numa edição por si coordenada, foram publicadas, na mesma altura, pelo mpmp. Com base nesse repertório, estreou  “O Figo que prometeste” com as Sopa de Pedra na edição de 2019 do Festival Bons Sons.
Em Outubro de 2020, num concerto na Culturgest, estreou, em Portugal, o ciclo para piano “O Livro dos Sons” de Hans Otte. Esta foi a primeira acção de divulgação da obra do compositor alemão no nosso país, parte do Festival Hans Otte : Sound of Sounds, cuja co-curadoria assumiu, e que entre 2021 e 2022, com o apoio do Goethe Institut e diversas instituições portuguesas e alemãs, levou a obra multiforme de Hans Otte a Lisboa, Évora, Guimarães e Viseu. Gravou “O Livro dos Sons” de Hans Otte para a RTP2 na estufa do Jardim Botânico de Coimbra, uma gravação que está agora disponível na RTP PALCO.
Ainda em 2020 estreou o espectáculo “As árvores não têm pernas para andar” que já ultrapassou as duzentas e vinte apresentações e que, em 2022, foi apresentado no Jardim do Palacete de São Bento, no âmbito das Comemorações do 25 de Abril. Para os mais novos criou ainda "Nocturno” (2017), com Victor Hugo Pontes, "Eu gosto muito do Senhor Satie” (2018), ”Pássaros & Cogumelos" (2022) e “E as flores?” (2025). Os espectáculos “As árvores não têm pernas para andar” e “Pássaros & Cogumelos” deram origem a livros homónimos editados, respectivamente, pela Bruáa e pela Flâneur.
O duo de piano e electrónica partilhado com Luís Fernandes, passou por festivais como Novas Frequências (Rio de Janeiro) e MADEIRADiG. QUEST, o primeiro disco do duo, editado pela Shhpuma, foi considerado um dos melhores álbuns de 2014 por diversos críticos nacionais. Em 2026 lançaram HARMONIES, com Ricardo Jacinto, inspirado na música e no universo peculiar de Erik Satie. O trabalho foi apresentado nas mais importantes salas portuguesas, mas também em Berlim, Valência e Dumfries. Em 2017, em resposta a um desafio do Westway LAB festival (Guimarães), criaram “at the still point of the turning world”, uma colaboração com a Orquestra de Guimarães, cujo álbum foi editado pela australiana Room40. Em 2018, o concerto passou pelo Curtas de Vila do Conde, e em 2019 apresentaram-se com a Orquestra Metropolitana no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian (concerto filmado pela RTP) e no Teatro Micaelense, no concerto de abertura do Festival Walk&Talk. Em Abril de 2019 o duo estreou, no Teatro Municipal do Porto, uma nova colaboração, desta vez com o Drumming - Grupo de Percussão e com Pedro Maia (visuais). Em 2022 editaram “There’s no knowing” - que veio no seguimento do convite lançado por Nuno M. Cardoso para a criação da banda sonora para a série televisiva “Cassandra”, que passou na RTP2 em 2023 - e no início de 2025 editaram o seu sexto álbum, desta vez em vinil, intitulado “Strata”, cujos concertos incluem vídeo de Eduardo Brito.
Editado e estreado em Janeiro de 2026, no Festival Musical Utopias, em Haia, “a mind in the heart”, ciclo para piano composto por Ivan Vukosavljević, marca o regresso de Joana Gama à edição discográfica a solo.
É autora dos ambientes sonoros do podcast “Uma gota na chuva . Uma flor no jardim”, lançado pela Fundação Calouste Gulbenkian em 2022,  ano do centenário do nascimento do Arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles. Em Setembro de 2025 estreou “A intimidade de uma folha”, uma audiowalk para o Treetop Walk de Serralves, a convite do BOIL Festival.
Em Maio de 2026 foi convidada para tocar na Conferência comemorativa da Adesão de Portugal às Comunidades Europeias “40 anos de Portugal na UE: Sucessos e Desafios”, que teve lugar na Universidade Católica, no Porto.
É membro fundador do CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura de Guimarães e d'O Homem do Saco, atelier de tipografia e edições - Lisboa.
A eclética discografia de Joana Gama está presente nas editoras portuguesas Shhpuma, mpmp, Pianola, Boca/ Douda Correria e Holuzam, na australiana Room40, na TRTPK (Países Baixos) na Grand Piano (grupo Naxos). 

​Maio 2026

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Edições (ordem cronológica)

2014
QUEST (cd - com Luís Fernandes)

2016
Embryons desséchés (edição especial de partitura)
Harmonies (cd - com Luís Fernandes e Ricardo Jacinto)

2017
​SATIE.150 (cd)
Nocturno (partitura)
Nocturno (cd)

2018
at the still point of the turning world (com Luís Fernandes) [título retirado do poema “Burnt Norton” de T. S. Eliot

2019
Arcueil (livro e cd)
Travels in my homeland (cd)
Viagens na Minha Terra (edição da partitura de Fernando Lopes-Graça)
Lume de chão (edição da partitura de Amílcar Vasques-Dias

2020
Textures & Lines (com Drumming GP e Luís Fernandes)
As árvores não têm pernas para andar (Livro com áudio e edição digital da música)

2022
There’s no knowing (com Luís Fernandes)

2025
Strata (com Luís Fernandes) - vinil

2026
a mind in the heart de Ivan Vukosavljević

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Vídeos (selecção)
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O Livro dos Sons de Hans Otte no Jardim Botânico de Coimbra
https://www.rtp.pt/play/palco/p9370/o-livro-dos-sons

Musica Callada de Federico Mompou na Fundação Calouste Gulbenkian
https://www.rtp.pt/play/palco/p6229/joana-gama-musica-callada

Vexations de Erik Satie na Fundação Calouste Gulbenkian
https://www.youtube.com/watch?v=soq-8paZax8

Azinheira de silêncio - Amílcar Vasques-Dias
https://www.youtube.com/watch?v=DHzFCjUglxo

Citânia de Briteiros - Fernando Lopes-Graça
https://www.youtube.com/watch?v=vIL9W1UxuSs

As árvores não têm pernas para andar
https://www.youtube.com/watch?v=NiRrExed_ro

Árvores, pássaros, cogumelos (e silêncio) - música e poesia
https://www.youtube.com/watch?v=zJbTkDZ4_sI

Harmonies (Joana Gama, Luís Fernandes, Ricardo Jacinto)
https://www.youtube.com/watch?v=PT4mCf92RvE

There’s no knowing (Joana Gama, Luís Fernandes)
https://www.youtube.com/watch?v=MDmDxkV6Vkc

Janeiro 2024


EN

Short biography

Joana Gama (Braga, 1983) is a Portuguese pianist whose work has been developed in connection with different forms of artistic expression. In recent years, she has performed a ritual-concert at the MAC / CCB featuring music by Erik Satie, composed and performed the soundtrack for the film KORA, directed by Cláudia Varejão, created an audio walk for the Treetop Walk at Serralves Park, which was presented at the BOIL Festival, and premiered, at the Sintra Festival, “E as flores?”, the third chapter of a trilogy dedicated to Nature, for audiences of all ages. Released and premiered in January 2026 at the Utopias Music Festival in The Hague, “a mind in the heart”, a piano cycle composed by Ivan Vukosavljević, marks Joana Gama’s return to solo recording.

May 2026

Medium biography

Joana Gama (Braga, 1983) is a Portuguese pianist whose work has been developed in relation to various forms of artistic expression. In recent years, she performed a ritual -concert at the MAC / CCB featuring Erik Satie’s “Le fils des étoiles”, composed and performed the soundtrack for the film KORA, directed by Cláudia Varejão, and created “A intimidade de uma folha”, an audio walk for the Treetop Walk at Serralves Park, presented at the BOIL Festival. She is the author and performer of the Nature Trilogy, intended for young children (and the adults accompanying them), comprising “Trees have no legs to walk” (2020), “Birds & Mushrooms” (2022) and “What about the flowers?” (2025). Featuring original music for toy piano by João Godinho, the shows and the books with homonymous titles have been presented in various contexts and locations across Portugal, from the island of Corvo to the Sintra Festival, from Naturcôa to the Grand Auditorium of the Calouste Gulbenkian Foundation. Her eclectic career also includes a PhD, completed in 2017, co-curating the Hans Otte Festival: Sound of Sounds (2021–2022), the piano and electronics duo she has maintained since 2014 with Luís Fernandes, with whom she has released six albums, and “A Grande Fantochada”, a play written by Hugo van der Ding.
​Editado e estreado em Janeiro de 2026, no Festival Musical Utopias, em Haia, “a mind in the heart”, ciclo para piano composto por Ivan Vukosavljević, marca o regresso de Joana Gama à edição discográfica a solo.

​May 2026




Extended biography

Joana Gama (Braga, 1983) is a Portuguese pianist who is involved in a wide range of projects, both as a soloist and through collaborations in the fields of film, dance, theatre, photography and music. Driven by music and the stories it conveys, or can convey, Joana Gama seeks to create concerts and performances that express her interests and affinities. Fascinated by the idea of music that is almost silence, or music that invites contemplation, she has performed works by Erik Satie, John Cage, Federico Mompou and Hans Otte in recent years. She is the author and performer of the Nature Trilogy, aimed at young children (and the adults accompanying them), comprising “Trees have no legs to walk” (2020), “Birds & Mushrooms” (2022) and “What about the Flowers?” (2025). Featuring original music for toy piano by João Godinho, the plays and homonymous books have been presented in various contexts and locations across the Portugal, from the island of Corvo to the Sintra Festival, from Naturcôa to the Grand Auditorium of the Calouste Gulbenkian Foundation.
She began her musical studies in Braga, at the Calouste Gulbenkian Conservatory of Music, with Ema Pais Martins, Ana Rita Lima and João Paulo Teixeira. He studied at the Royal Academy of Music in London with Vanessa Latarche, and completed her Bachelor’s degree in Piano, in Tania Achot’s class, at Lisbon School of Music in 2005. In 2010, in António Rosado’s class, she completed her Master’s degree in Performance at the University of Évora, with a thesis on Alberto Ginastera, where, in 2017, she obtained her PhD as an FCT scholarship holder, with the thesis “Interpretative studies on contemporary portuguese music for piano: the particular case of music evoking Portuguese cultural elements”. She currently pursues her research as a member of CESEM / NOVA FCSH.
She was awarded the RDP Young Musicians Prize in 2008, 1st Prize in the Piano cathegory – Higher Level category; in 2005, 1st Prize in the Piano Accompaniment category (with violist Jano Lisboa); and in 2004, 3rd Prize in the Chamber Music category (with flautist Fernando Marinho).
Between 2005 and 2009, she performed regularly with the Orquestra Metropolitana, where she worked with conductors such as Cesário Costa, Michael Zilm, Jean-Sébastien Béreau and Pablo Heras-Casado. She also collaborated with the Orquestra sinf on the premiere of works by Christopher Bochmann, with the Lisbon Ensemble 20/21, Orchestrutopica, the Sond’Ar-Te Electric Ensemble, the Lisbon Contemporary Music Group and the Gulbenkian Orchestra. Between 2004 and 2010 she was a member of the teaching staff at Metropolitana, as an accompanist for ANSO, a piano teacher at CMML and an accompanist for Os Pequenos Violinos da Metropolitana.
As a pianist, performer and composer, in recent years Joana has been involved in projects that combine music with dance – “Danza Ricercata”, “Danza Variada”, “Idiolecto” and “27 Ossos” by Tânia Carvalho; “Trovoada” by Luís Guerra, “Pele” by Miguel Moreira, “Nocturno” (co-created), “Drama”, “Os Três Irmãos” and “Corpo Clandestino” with Victor Hugo Pontes – in theatre – “Benny Hall” by Esticalimógama – in photography and video – “Antropia”, “Linha” and “terras interiores” by Eduardo Brito – and in cinema – “La Valse” by João Botelho, “Incêndio” by  Miguel Seabra Lopes and Karen Akerman, “A Glória de fazer Cinema em Portugal” by Manuel Mozos, “Penúmbria” by Eduardo Brito, and “Lobo e Cão” and “Kora” by Cláudia Varejão. She is part of the cast of “A Grande Fantochada”, a show by and starring Hugo van der Ding, which premiered in October 2023.
Since 2010, he has been dedicated to promoting the work of the French composer Erik Satie: in 2016, with the support of Antena 2, he marked the 150th anniversary of the composer’s birth with the SATIE.150 tour - A celebration in the form of an umbrella programme that included piano recitals, talks at music schools, a session at the Cinemateca Portuguesa and the launch of the special edition of the score "Embryons desséchés” (Pianola editores). He also created the narrated concert for young people “Eu gosto muito do Senhor Satie” and released the recordings SATIE.150, HARMONIES and ARCUEIL. He performed Erik Satie’s piece “Vexations” on four occasions: Serralves em Festa (2016), the Jardins Efémeros Festival (2016), the Calouste Gulbenkian Foundation (2018) and Atelier Re.al with João Fiadeiro (2019), in performances lasting forty minutes, fifteen hours, fourteen hours and seven hours, respectively. In 2018, in a concert that also featured music by Erik Satie and Morton Feldman, Joana Gama performed John Cage’s 4’33’’ at the National Pantheon and, in 2024, she presented a concert-ritual at the MAC / CCB featuring Erik Satie’s piece “Le fils des étoiles”.
As a result of her doctoral research, in May 2019 she released the album “Travels in my Homeland” on Grand Piano Records (Naxos Group) featuring music by Amílcar Vasques-Dias and Fernando Lopes-Graça, whose scores, in an edition she coordinated, were published at the same time by mpmp. Based on this repertoire, he premiered “O Figo que prometeste” with Sopa de Pedra at the 2019 edition of the Bons Sons Festival.
In October 2020, Hans Otte’s piano cycle *O Livro dos Sons* received its Portuguese premiere in a concert at Culturgest. This was the first event to promote the German composer’s work in our country, part of the Hans Otte: Sound of Sounds Festival, which he co-curated and which, between 2021 and 2022, with the support of the Goethe-Institut and several Portuguese and German institutions, brought Hans Otte’s multifaceted work to Lisbon, Évora, Guimarães and Viseu. He recorded Hans Otte’s “O Livro dos Sons” for RTP2 in the greenhouse of the Coimbra Botanical Garden, a recording that is now available on RTP PALCO.
Also in 2020, he premiered the show “As árvores não têm pernas para andar”, which has now exceeded 220 performances and which, in 2022, was presented in the Garden of the São Bento Palace as part of the 25 April Commemorations. For younger audiences, he also created “Nocturno” (2017), with Victor Hugo Pontes, “Eu gosto muito do Senhor Satie” (2018), “Pássaros & Cogumelos” (2022) and “E as flores?” (2025). The shows “Trees Have No Legs to Walk” and “Birds & Mushrooms” were followed by books of the same names, published by Bruáa and Flâneur respectively.
The piano and electronic music duo, shared with Luís Fernandes, has performed at festivals such as Novas Frequências (Rio de Janeiro) and MADEIRADiG. QUEST, the duo’s debut album, released by Shhpuma, was hailed as one of the best albums of 2014 by numerous Portuguese critics. In 2026 they released HARMONIES, with Ricardo Jacinto, inspired by the music and unique world of Erik Satie. The work was performed in Portugal’s most important venues, as well as in Berlin, Valencia and Dumfries. In 2017, in response to a challenge from the Westway LAB festival (Guimarães), they created “at the still point of the turning world”, a collaboration with José Alberto Gomes and the Guimarães Orchestra, whose album was released by the Australian label Room40. In 2018, the concert was performed at Curtas de Vila do Conde, and in 2019 they performed with the Orquestra Metropolitana at the Grande Auditório of the Calouste Gulbenkian Foundation (a concert filmed by RTP) and at Teatro Micaelense, at the opening concert of the Walk&Talk Festival. In April 2019, the duo premiered a new collaboration at the Porto Municipal Theatre, this time with Drumming – Percussion Group and Pedro Maia (visuals). In 2022, they released “There’s no knowing” – which followed an invitation from Nuno M. Cardoso to create the soundtrack for the television series “Cassandra”, which aired on RTP2 in 2023 – and in early 2025 they released their sixth album, this time on vinyl, entitled “Strata”, with concerts features video by Eduardo Brito.
Released and premiered in January 2026 at the Musical Utopias Festival in The Hague, “a mind in the heart”, a piano cycle composed by Ivan Vukosavljević, marks Joana Gama’s return to solo recording.
She is the creator of the soundscapes for the podcast “A drop in the rain. A flower in the garden”, released by the Calouste Gulbenkian Foundation in 2022, the centenary year of the birth of landscape architect Gonçalo Ribeiro Telles. In September 2025, she premiered “A intimidade de uma folha”, an audio walk for the Serralves Treetop Walk, at the invitation from the BOIL Festival.
She is a founding member of CAAA – Centre for Art and Architecture Affairs in Guimarães and of O Homem do Saco, a typography and publishing studio in Lisbon.
In May 2026, she was invited to perform at the conference marking the 40th anniversary of Portugal’s accession to the European Communities, entitled ‘40 Years of Portugal in the EU: Successes and Challenges’, which took place at the Catholic University in Porto.
Joana Gama’s eclectic discography features on the Portuguese labels Shhpuma, mpmp, Pianola, Boca/Douda Correria and Holuzam, the Australian label Room40, TRTPK (Netherlands) and Grand Piano (Naxos Group).

May 2026
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Editions (chronological order)
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2014
QUEST (cd - with Luís Fernandes)
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2016
Embryons desséchés (special edition of the score by Satie)
Harmonies (cd - with Luís Fernandes and Ricardo Jacinto)

2017
SATIE.150 (cd)
Nocturno (music of the piece; score)
Nocturno (music of the piece; cd)

2018
at the still point of the turning world (with Luís Fernandes and orchestra) [title from a sentence from the poem “Burnt Norton” by T. S. Eliot]

2019
Arcueil (book and cd)
Travels in my homeland (cd)
Viagens na Minha Terra (edition of the score by Fernando Lopes-Graça)
Lume de chão (edition of the score by Amílcar Vasques-Dias

2020
Textures & Lines (com Drumming GP and Luís Fernandes)
As árvores não têm pernas para andar (Book with audio + digital edition of the music)

2022
There’s no knowing (with Luís Fernandes)

2025
Strata (with Luís Fernandes) - vinyl

2026
a mind in the heart by Ivan Vukosavljević


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Vídeos (selection)

The Book of Sounds by Hans Otte at Botanical Garden of Coimbra
https://www.rtp.pt/play/palco/p9370/o-livro-dos-sons

Musica Callada by Federico Mompou at Fundação Calouste Gulbenkian
https://www.rtp.pt/play/palco/p6229/joana-gama-musica-callada

Vexations by Erik Satie at Fundação Calouste Gulbenkian
https://www.youtube.com/watch?v=soq-8paZax8

Azinheira de silêncio by Amílcar Vasques-Dias
https://www.youtube.com/watch?v=DHzFCjUglxo

Citânia de Briteiros by Fernando Lopes-Graça
https://www.youtube.com/watch?v=vIL9W1UxuSs

As árvores não têm pernas para andar
https://www.youtube.com/watch?v=NiRrExed_ro

Árvores, pássaros, cogumelos (e silêncio) - music and poetry
https://www.youtube.com/watch?v=zJbTkDZ4_sI

Harmonies (Joana Gama, Luís Fernandes, Ricardo Jacinto)
https://www.youtube.com/watch?v=PT4mCf92RvE

There’s no knowing (Joana Gama, Luís Fernandes)
https://www.youtube.com/watch?v=MDmDxkV6Vkc
FR

Courte biographie

Joana Gama (Braga, 1983) est une pianiste portugaise dont le travail s'est développé en interaction avec différentes formes d'expression artistique. Ces dernières années, elle a donné un concert-rituel au MAC / CCB avec la musique d'Erik Satie, a composé et interprété la bande announce du film KORA, de la réalisatrice Cláudia Varejão, a créé une audio walk pour le Treetop Walk du parc de Serralves, présentée au BOIL Festival, et a créé, au Festival de Sintra, « E as flores ? », troisième chapitre d’une trilogie consacrée à la nature, destinée à un public de tous âges. Éditée et créée en janvier 2026, au Festival Musical Utopias, à La Haye, « a mind in the heart », cycle pour piano composé par Ivan Vukosavljević, marque le retour de Joana Gama à l’édition discographique en solo.

mai 2026

Biographie moyenne

Joana Gama (Braga, 1983) est une pianiste portugaise dont le travail s'est développé en lien avec différentes formes d'expression artistique. Ces dernières années, elle a donné un concert-rituel au MAC / CCB avec la pièce « Le fils des étoiles » d’Erik Satie, a composé et interprété la bande originale du film KORA, de la réalisatrice Cláudia Varejão, et a créé « A intimidade de uma folha », une promenade sonore pour le Treetop Walk du parc de Serralves, présentée au BOIL Festival. Elle est l'auteure et l'interprète de la Trilogie de la Nature, destinée aux plus jeunes (et aux adultes qui les accompagnent), composée de « Les arbres n'ont pas de jambes pour marcher » (2020), « Oiseaux & Champignons » (2022) et « Et les fleurs ? » (2025). Accompagnés d’une musique originale pour piano jouet composée par João Godinho, les spectacles et les livres éponymes ont été présentés dans différents contextes et régions du Portugal, de l’île de Corvo au Festival de Sintra, de Naturcôa au Grand Auditorium de la Fondation Calouste Gulbenkian. Son parcours éclectique comprend également un doctorat, achevé en 2017, ainsi que le a co-commissariat du Festival Hans Otte : Sound of Sounds (2021 - 2022), le duo de piano et d’électronique qu’il forme depuis 2014 avec Luís Fernandes, au sein duquel ils ont déjà publié six albums, ou « A Grande Fantochada », spectacle écrit par Hugo van der Ding.
Éditée et créée en janvier 2026, au Festival Musical Utopias, à La Haye, « a mind in the heart », cycle pour piano composé par Ivan Vukosavljević, marque le retour de Joana Gama à l’édition discographique en solo.

mai 2026
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Biographie détaillée

Joana Gama (Braga, 1983) est une pianiste portugaise qui se consacre à de multiples projets, tant en solo qu’en collaboration, dans les domaines du cinéma, de la danse, du théâtre, de la photographie et de la musique. Animée par la musique et les histoires qu’elle véhicule, ou qu’elle peut véhiculer, Joana Gama cherche à créer des concerts et des spectacles qui expriment ses intérêts et ses affinités. Fascinée par l’idée d’une musique presque silencieuse, ou d’une musique qui invite à la contemplation, elle a interprété ces dernières années des œuvres d’Erik Satie, John Cage, Federico Mompou ou Hans Otte. Elle est l'auteure et l'interprète de la Trilogie de la Nature, destinée aux plus jeunes (et aux adultes qui les accompagnent), composée de « Les arbres n'ont pas de jambes pour marcher » (2020), « Oiseaux & Champignons » (2022) et « Et les fleurs ? » (2025). Avec  musique originale pour piano jouet de João Godinho, les spectacles et les livres éponymes ont été présentés dans différents contextes et régions du Portugal, de l’île de Corvo au Festival de Sintra, de Naturcôa au Grand Auditorium de la Fondation Calouste Gulbenkian.
Elle a commencé ses études musicales à Braga, au Conservatoire de musique Calouste Gulbenkian, auprès d’Ema Pais Martins, d’Ana Rita Lima et de João Paulo Teixeira. Il a étudié à la Royal Academy of Music de Londres avec Vanessa Latarche, puis a obtenu sa diplôme de piano dans la classe de Tania Achot à l’École supérieure de musique de Lisbonne en 2005. En 2010, dans la classe d’António Rosado, elle a obtenu son master en interprétation à l’Université d’Évora, avec une thèse sur Alberto Ginastera, où elle a obtenu son doctorat en 2017, en tant que boursière de la FCT, avec la thèse « Études interprétatives sur la musique portugaise contemporaine pour piano : le cas particulier de la musique évoquant des éléments culturels portugais ». Elle poursuit aujourd’hui ses recherches en tant que membre du CESEM / NOVA FCSH.
Elle a reçu le prix Jeunes Musiciens / RDP en 2008, le 1er prix dans la catégorie Piano – Niveau supérieur ; en 2005, le 1er prix dans la catégorie Accompagnement au piano (avec le violoniste Jano Lisboa) ; et en 2004, le 3e prix dans la catégorie Musique de chambre (avec le flûtiste Fernando Marinho).
Entre 2005 et 2009, elle a collaboré régulièrement avec l'Orchestre Metropolitana, où elle a travaillé avec des chefs d'orchestre tels que Cesário Costa, Michael Zilm, Jean-Sébastien Béreau ou Pablo Heras-Casado. Elle a également collaboré avec l'Orquestra Sinf, lors de la création d'œuvres de Christopher Bochmann, avec le Lisbon Ensemble 20/21, l'Orchestrutopica, le Sond'Ar-Te Electric Ensemble, le Groupe de musique contemporaine de Lisbonne et l'Orchestre Gulbenkian. Entre 2004 et 2010, elle a fait partie du corps enseignant de la Metropolitana, en tant que pianiste accompagnatrice de l'ANSO, professeure de piano au CMML et accompagnatrice des Pequenos Violinos da Metropolitana.
En tant que pianiste, interprète et compositrice, Joana s’est, ces dernières années, impliquée dans des projets associant la musique aux domaines de la danse – « Danza Ricercata », « Danza Variada », « Idiolecto » et « 27 Ossos » de Tânia Carvalho ; « Trovoada » de Luís Guerra, « Pele » de Miguel Moreira, « Nocturno », « Drama », « Os Três Irmãos » et « Corpo Clandestino » avec Victor Hugo Pontes –, du théâtre – « Benny Hall » d’Esticalimógama –, de la photographie et de la vidéo – « Antropia », « Linha » et « terras interiores » d’Eduardo Brito –, et du cinéma - « La Valse » de João Botelho, « Incêndio » de  Miguel Seabra Lopes et Karen Akerman, « A Glória de fazer Cinema em Portugal » de Manuel Mozos, « Penúmbria » d’Eduardo Brito et « Lobo e Cão » et « Kora » de Cláudia Varejão. Elle fait partie de la troupe de « A Grande Fantochada », un spectacle de et avec Hugo van der Ding, créé en octobre 2023.
Depuis 2010, il se consacre à la diffusion de l'œuvre du compositeur français Erik Satie : en 2016, avec le soutien d'Antena 2, il a célébré le 150e anniversaire de la naissance du compositeur avec la tournée SATIE.150 - Une célébration en forme de parapluie qui comprenait des récitals de piano, des conférences dans des écoles de musique, une séance à la Cinémathèque portugaise et le lancement de l'édition spéciale de la partition « Embryons desséchés » (Pianola editores). Il a également créé le concert commenté pour les plus jeunes « Eu gosto muito do Senhor Satie » et a édité les albums SATIE.150, HARMONIES et ARCUEIL. Il a interprété la pièce « Vexations » d’Erik Satie à quatre reprises : Serralves em Festa (2016), Festival Jardins Efémeros (2016), Fondation Calouste Gulbenkian (2018) et Atelier Re.al avec João Fiadeiro (2019), lors de performances qui ont duré respectivement quarante minutes, quinze heures, quatorze heures et sept heures. En 2018, lors d’un concert qui comprenait également des œuvres d’Erik Satie et de Morton Feldman, Joana Gama a interprété la pièce 4’33’’ de John Cage au Panthéon national et, en 2024, elle a fait un concert-rituel au MAC / CCB avec la pièce « Le fils des étoiles » d'Erik Satie.
Fruit du travail mené dans le cadre de son doctorat, il a sorti en mai 2019 l'album « Travels in my Homeland » chez Grand Piano Records (groupe Naxos), consacré à la musique d'Amílcar Vasques-Dias et de Fernando Lopes-Graça, dont les partitions, dont il a coordonné l'édition, ont été publiées à la même période par mpmp. Sur la base de ce répertoire, il a créé « O figo que prometeste » avec Sopa de Pedra lors de l’édition 2019 du Festival Bons Sons.
En octobre 2020, lors d’un concert à Culturgest, il a créé au Portugal le cycle pour piano « O Livro dos Sons » de Hans Otte. Il s’agissait de la première initiative de diffusion de l’œuvre du compositeur allemand dans notre pays, dans le cadre du Festival Hans Otte : Sound of Sounds, dont il a assuré la co-commissariat et qui, entre 2021 et 2022, avec le soutien du Goethe Institut et de diverses institutions portugaises et allemandes, a fait découvrir l’œuvre multiforme de Hans Otte à Lisbonne, Évora, Guimarães et Viseu. Il a enregistré « O Livro dos Sons » de Hans Otte pour RTP2 dans la serre du Jardin botanique de Coimbra, un enregistrement désormais disponible sur RTP PALCO.
Toujours en 2020 a eu lieu la première du spectacle « Les arbres n'ont pas de jambes pour marcher », qui a déjà dépassé les deux cent vingt représentations et qui, en 2022, a été présenté dans le jardin du palais de São Bento, dans le cadre des commémorations du 25 avril. Pour les plus jeunes, il a également créé « Nocturno » (2017), avec Victor Hugo Pontes, « Eu gosto muito do Senhor Satie » (2018), « Pássaros & Cogumelos » (2022) et « E as flores? » (2025). Les spectacles « As árvores não têm pernas para andar » et « Pássaros & Cogumelos » ont donné lieu à des livres éponymes publiés, respectivement, par Bruáa et Flâneur.
Le duo piano-électronique formé avec Luís Fernandes s’est produit dans des festivals tels que Novas Frequências (Rio de Janeiro) et MADEIRADiG. QUEST, le premier album du duo, publié par Shhpuma, a été considéré comme l’un des meilleurs albums de 2014 par plusieurs critiques nationaux. En 2026, ils ont publié HARMONIES, avec Ricardo Jacinto, inspiré de la musique et de l’univers singulier d’Erik Satie. L’œuvre a été présentée dans les plus grandes salles portugaises, mais aussi à Berlin, Valence et Dumfries. En 2017, en réponse à un défi lancé par le festival Westway LAB (Guimarães), ils ont créé « at the still point of the turning world », une collaboration avec José Alberto Gomes et l’Orchestre de Guimarães, dont l’album a été édité par le label australien Room40. En 2018, le concert a été présenté au festival Curtas de Vila do Conde, et en 2019, ils se sont produits avec l'Orchestre métropolitain au Grand Auditorium de la Fondation Calouste Gulbenkian (concert filmé par la RTP) et au Théâtre Micaelense, lors du concert d'ouverture du festival Walk&Talk. En avril 2019, le duo a présenté en première, au Théâtre municipal de Porto, une nouvelle collaboration, cette fois avec Drumming - Groupe de percussion et avec Pedro Maia (visuels). En 2022, ils ont sorti « There’s no knowing » - qui faisait suite à l’invitation lancée par Nuno M. Cardoso pour la création de la bande originale de la série télévisée « Cassandra », diffusée sur RTP2 en 2023 – et début 2025, ils ont sorti leur sixième album, cette fois-ci sur vinyle, intitulé « Strata », dont les concerts incluent une projection vidéo réalisée par Eduardo Brito.
Publié et présenté en première en janvier 2026, au Festival Musical Utopias, à La Haye, « a mind in the heart », cycle pour piano composé par Ivan Vukosavljević, marque le retour de Joana Gama à l’édition discographique en solo.
Elle est l’auteure des ambiances sonores du podcast « Une goutte dans la pluie. Une fleur au jardin. », lancé par la Fondation Calouste Gulbenkian en 2022, année du centenaire de la naissance de l’architecte paysagiste Gonçalo Ribeiro Telles. En septembre 2025, elle a créé « L'intimité d'une feuille », une audio walk pour le Treetop Walk de Serralves, à l'invitation du BOIL Festival.
Elle est membre fondatrice du CAAA (Centre pour les affaires de l'art et de l'architecture) de Guimarães et de « O Homem do Saco », atelier de typographie et d'édition à Lisbonne.
En mai 2026, elle a été invitée à se produire lors de la conférence commémorative de l'adhésion du Portugal aux Communautés européennes intitulée « 40 ans du Portugal dans l'UE : succès et défis », qui s'est tenue à l'Université catholique de Porto.
La discographie éclectique de Joana Gama est disponible chez les labels portugaises Shhpuma, mpmp, Pianola, Boca/Douda Correria et Holuzam, chez le label australien Room40, chez TRTPK (Pays-Bas) et chez Grand Piano (groupe Naxos).
mai 2026
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Editions (ordre chronologique)

2014
QUEST (cd - avec Luís Fernandes)

2016
Embryons desséchés (édition spéciale de la partition de Satie)
Harmonies (cd - avec Luís Fernandes et Ricardo Jacinto)

2017
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SATIE.150 (cd)
Nocturno (musique de la pièce homonyme; partition)
Nocturno (musique de la pièce homonyme; cd)

2018
at the still point of the turning world (avec Luís Fernandes et orchestra) [titre tiré d'une phrase du poème “Burnt Norton” de T. S. Eliott

2019
Arcueil (livre et cd)
Travels in my homeland (cd)
Viagens na Minha Terra (édition de la partition de Fernando Lopes-Graça)
Lume de chão (édition de la partition de Amílcar Vasques-Dias

2020
Textures & Lines (avec Drumming GP et Luís Fernandes)
As árvores não têm pernas para andar (Livre aves musique + édition digital e la musique)

2022
There’s no knowing (avec Luís Fernandes)

2025
Strata (avec Luís Fernandes) - vinyl

2026
a mind in the heart de Ivan Vukosavljević

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Vidéos (sélection)

Le livre des sons de Hans Otte - Jardin Botanique - Coimbra
https://www.rtp.pt/play/palco/p9370/o-livro-dos-sons

Musica Callada de Federico Mompou à la Fondation Calouste Gulbenkian
https://www.rtp.pt/play/palco/p6229/joana-gama-musica-callada
Vexations de Erik Satie à la Fondation Calouste Gulbenkian
https://www.youtube.com/watch?v=soq-8paZax8

Azinheira de silêncio de Amílcar Vasques-Dias
https://www.youtube.com/watch?v=DHzFCjUglxo

Citânia de Briteiros de Fernando Lopes-Graça
https://www.youtube.com/watch?v=vIL9W1UxuSs
As árvores não têm pernas para andar
https://www.youtube.com/watch?v=NiRrExed_ro

Árvores, pássaros, cogumelos (e silêncio) - musique et poésie
https://www.youtube.com/watch?v=zJbTkDZ4_sI

Harmonies (Joana Gama, Luís Fernandes, Ricardo Jacinto)
https://www.youtube.com/watch?v=PT4mCf92RvE

There’s no knowing (Joana Gama, Luís Fernandes)
https://www.youtube.com/watch?v=MDmDxkV6Vkc
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